AS PRINCIPAIS IGREJA E SEITAS
Nome: Fundador: Lugar: DATA:
Adventista Willian Miller E.U. A 1818.
Adventista do 7º Dia.
Helena. G.WRITE
Anglicanos. Henrique VII Inglaterra 1534
Assembléia de Deus.
Hot Springs.
E.U.A; 1914
Batista. John Smith Inglaterra 1611
Calvinista. João Calvino. Suíça. 1526
Congrecionalista.
Robert Brow.
Inglaterra 1631
Com, Cristã do Brasil.
Luigi. Frescon
E.UA. 1919
Discípulo de Cristo;
Tomas Campbel. EUA 1736
Exército da Salvação;
Willian Booth
Inglaterra. 1878
I.U.DEUS; Edi Macedo. Brasil- 1977
ESPIRITAS; Irmãs Fox- EUA- 1848
Legião da Boa Vontade;
Alziro Zaruh. Brasil- 1979
Meninos de Deus; David Berg- EUA- 1950·.
Menonitas; Mennan Simons. Holanda- 1534
Metodista - John Welesley. EUA- 1784
Luteranos; Martinho Lutero- Alemanha- 1521.
Mormos; Joseph Smith - EUA 1830.
Nazarenos; Grupo- EUA- 1919.
O Santo Daime;
José Irineu-
Brasil- 1945.
Pentecostal; Grupo- EUA- 1905
Presbiteriana; John Snox- Inglaterra- 1560;
Roas Cruz; Harvey Spencer
Lewis- EUA- 1905;
Teósofos;; Ellen Blavatsky- EUA- 1875;
Testemunho de Jeová;
Charles Tesse Russel – EUA-
1874;
YMCA; George
Willian. Inglaterra- 1844
..................................
Igrejas Ânglicas Principiais:
Igreja Alta, Igreja Baixa; Igreja Ampla e Episcopal;
...........................................................................
BATISTA: são 11 da Federação
Metodista; 7 no mundo.
SEITA
ASSEMBLÉIA DE DEUS.
TODAS FUNDADAS PELOS HOMENS
ESSES MORRERAM E NÃO RESSUSCITARÃO.
8/10/2013
1. A PORTA DA FÉ (cf. Act 14, 27), que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma. Atravessar esta porta implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira. Este caminho tem início no Baptismo (cf. Rm 6, 4), pelo qual podemos dirigir-nos a Deus com o nome de Pai, e está concluído com a passagem através da morte para a vida eterna, fruto da ressurreição do Senhor Jesus, que, com o dom do Espírito Santo, quis fazer participantes da sua própria glória quantos crêem n’Ele (cf. Jo 17, 22). Professar a fé na Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – equivale a crer num só Deus que é Amor (cf. 1 Jo 4, 8): o Pai, que na plenitude dos tempos enviou seu Filho para a nossa salvação; Jesus Cristo, que redimiu o mundo no mistério da sua morte e ressurreição; o Espírito Santo, que guia a Igreja através dos séculos enquanto aguarda o regresso glorioso do Senhor.
2. Desde o princípio do meu ministério como Sucessor de Pedro, lembrei a necessidade de redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo. Durante a homilia da Santa Missa no início do pontificado, disse: «A Igreja no seu conjunto, e os Pastores nela, como Cristo devem pôr-se a caminho para conduzir os homens fora do deserto, para lugares da vida, da amizade com o Filho de Deus, para Aquele que dá a vida, a vida em plenitude»[1]. Sucede não poucas vezes que os cristãos sintam maior preocupação com as consequências sociais, culturais e políticas da fé do que com a própria fé, considerando esta como um pressuposto óbvio da sua vida diária. Ora um tal pressuposto não só deixou de existir, mas frequentemente acaba até negado.[2] Enquanto, no passado, era possível reconhecer um tecido cultural unitário, amplamente compartilhado no seu apelo aos conteúdos da fé e aos valores por ela inspirados, hoje parece que já não é assim em grandes sectores da sociedade devido a uma profunda crise de fé que atingiu muitas pessoas.(...)"CORPUS CRISTI
No final do século XIII surgiu em Lieja,
Bélgica, um Movimento Eucarístico cujo centro foi a Abadia de Cornillon
fundada em 1124 pelo Bispo Albero de Lieja. Este movimento deu origem a vários
costumes eucarísticos, como por exemplo a Exposição e Bênção do Santíssimo
Sacramento, o uso dos sinos durante a elevação na Missa e a festa do
Corpus Christi.
Santa Juliana de Mont Cornillon, naquela época
priora da Abadia, foi a enviada de Deus apra propiciar esta Festa. A santa
nasceu em Retines perto de Liège, Bélgica em 1193. Ficou órfã muito pequena e
foi educada pelas freiras Agostinas em Mont Cornillon. Quando
cresceu, fez sua profissão religiosa e mais tarde foi superiora de sua
comunidade. Morreu em 5 de abril de 1258, na casa das monjas Cistercienses em
Fosses e foi enterrada em Villiers.
Desde jovem, Santa Juliana teve uma grande
veneração ao Santíssimo Sacramento. E sempre esperava que se tivesse uma festa
especial em sua honra. Este desejo se diz ter intensificado por uma visão que
teve da Igreja sob a aparêncai de lua cheia com uma mancha negra, que
significada a ausência dessa solenidade.
Juliana comunicou estas aparições a Dom Roberto
de Thorete, o então bispo de Lieja, também ao douto Dominico Hugh, mais tarde
cardeal legado dos Países Baixos e Jacques Pantaleón, nessa época arquidiácolo
de Lieja, mais tarde o Papa Urbano IV.
O bispo Roberto focou impressionado e,
como nesse tempo os bispos tinham o direito de ordenar festas para suas
dioceses, invocou um sínodo em 1246 e ordenou que a celebração fosse feita no
ano seguinte, ao mesmo tempo o Papa ordenou, que um monge de nome João
escrevesse o ofócio para essa ocasão. O decreto está preservado em
Binterim (Denkwürdigkeiten, V.I. 276), junto com algumas partes do ofício.
Dom Roberto não viveu para ser a realização de
sua ordem, já que morreu em 16 de outubro de 1246, mas a festa foi celebrada
pela primeira vez no ano seguinte a quinta-feira posterior à festa da
Santíssima Trindade. Mais tarde um bispo alemão conheceu os costume e a o
estendeu por toda a atual Alemanha.
Dom Roberto não viveu para ser a realização de
sua ordem, já que morreu em 16 de outubro de 1246, mas a festa foi celebrada
pela primeira vez no ano seguinte a quinta-feira posterior à festa da
Santíssima Trindade. Mais tarde um bispo alemão conheceu os costume e a o
estendeu por toda a atual Alemanha.
O Papa Urbano IV, naquela época, tinha a corte
em Orvieto, um pouco ao norte de Roma. Muito perto desta localidade está
Bolsena, onde em 1263 ou 1264 aconteceu o Milagre de Bolsena: um sacerdote que
celebrava a Santa Missa teve dúvidas de que a Consagração fosse algo
real., no momento de partir a Sagrada Forma, viu sair dela sangue do qual foi
se empapando em seguida o corporal. A venerada relíquia foi levada em procissão
a Orvieto em 19 junho de 1264. Hoje se conservam os corporais -onde se apóia o
cálice e a patena durante a Missa- em Orvieto, e também se pode ver a pedra do
altar em Bolsena, manchada de sangue.
O Santo Padre movido pelo prodígio, e a petição
de vários bispos, faz com que se estenda a festa do Corpus Christi a toda a
Igreja por meio da bula "Transiturus" de 8 setembro do mesmo ano,
fixando-a para a quinta-feira depois da oitava de Pentecostes e
outorgando muitas indulgências a todos que asistirem a Santa Missa e o ofício.
Em seguida, segundo alguns biógrafos, o Papa
Urbano IV encarregou um ofício -a liturgia das horas- a São Boa-ventura e a
Santo Tomás de Aquino; quando o Pontífice começou a ler em voz alta o ofício
feito por Santo Tomás, São Boa-ventura foi rasgando o seu em pedaços.
A morte do Papa Urbano IV (em 2 de outubro de
1264), um pouco depois da publicação do decreto, prejudicou a difusão da
festa. Mas o Papa Clemente V tomou o assunto em suas mãos e, no concílio
geral de Viena (1311), ordenou mais uma vez a adoção desta festa. Em 1317
é promulgada uma recopilação de leis -por João XXII- e assim a festa é
estendida a toda a Igreja.
Nenhum dos decretos fala da procissão com
o Santíssimo como um aspecto da celebração. Porém estas procissões foram
dotadas de indulgências pelos Papas Martinho V e Eugênio IV, e se fizeram
bastante comuns a partir do século XIV.
A festa foi aceita em Cologne em 1306; em Worms
a adoptaram em 1315; em Strasburg em 1316. Na Inglaterra foi introduzida da
Bélgica entre 1320 e 1325. Nos Estados Unidos e nos outros países a solenidade
era celebrada no domingo depois do domingo da Santíssima Trindade.
Na Igreja grega a festa de Corpus Christi é
conhecida nos calendários dos sírios, armênios, coptos, melquitas e os rutínios
da Galícia, Calábria e Sicília.
Finalmente, o Concílio de Trento declara que
muito piedosa e religiosamente foi introduzida na Igreja de Deus o costume, que
todos os anos, determinado dia festivo, seja celebrado este excelso e
venerável sacramento com singular veneração e solenidade; e reverente e
honorificamente seja levado em procissão pelas ruas e lugares públicos. Nisto
os cristãos expressam sua gratidão e memória por tão inefável e verdadeiramente
divino benefício, pelo qual se faz novamente presente a vitória e triunfo sobre
a morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.
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